Espalhar, fomentar e desenvolver a cultura. Seja por meio da poesia, música, show, documentário. Enfim, levar a arte do espírito a todos no mundo inteiro.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
Alá queridos visitantes do canal MUNDO CULTURAL, é uma alegria saber que existem tantos que ainda apreciam poesia. Por isso a poesia sempre tem espaço neste endereço.
VÉU DE MAIA
Mesmo diante de furacões
havia sensação de liberdade.
A euforia da caminhada era atuante
e os sentidos dislexos do destino
tornavam relevantes qualquer ação de fuga.
Os olhos do mundo queriam enxergar,
descerravam suas cortinas de cílios;
e o alfato da existência era dissonante,
convencendo-se de que nem tudo vale a pena;
e que o valor das coisas, são as próprias coisas recorrentes.
Autoria: poeta Júlio Dalvorine
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
domingo, 21 de fevereiro de 2021
Olá pessoal! Sou o poeta Júlio Dalvorine e, ouvindo baixinho a música do Jota Quest compus este poema. Espero que gostem.
CUCA QUENTE
Deixe que os dias comentem...
severas opiniões sem cores vibrantes.
Ainda ontem novas verdades surgiram,
relances que dispersam... sonoridades.
Nas ruas coisas comuns acontecem:
um homem de bicicleta, um carro vermelho,
dentro da casa olhos no espelho choram;
noutra parte uma floresta pega fogo "por acaso!".
E a vida não é mais que uma tv nova,
ou um par de sapatos italianos...
A força de tudo está num novo comercial,
ou numa sacada de investimento que vem do exterior.
Qual poesia sobrevive a um Rolex?
Qual recusa resiste a uma Ferrari?
Valores, valores e mais valores;
e o mundo acontecendo, à beira de uma revolução do espírito.
Autoria: poeta Júlio Dalvorine
sábado, 20 de fevereiro de 2021
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021
ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE...
Somos um pequeno ponto no universo. E recebemos a todo instante influência dos astros... planetas, sóis, etc. Nas noites claras de verão podemos ver as ondas gigantescas que se formam no oceano atraídas pela força da lua. E sobre nossas cabeças quase todas as noites o céu se enche de estrelas radiantes embelezando a nossa existência. Vivemos em meio a toda essa grandiosidade da natureza e, a passos lentos através de lentes poderosas espiamos as leis da existência: um cometa que cai, um vulcão que entra em erupção derramando lava efervescente à sua volta, uma estrela que explode em alguma galáxia distante. Somos curiosos e queremos saber de tudo. Astro físicos passam dias e noites espiando o universo, sondando seu movimento circular. Aprendemos muito com a natureza: suas leis e regras. Quando vem a chuva, quando chega uma estação, quando é época de plantar e de colher. Tudo aos poucos nos vai sendo ensinado no sagrado livro da natureza.
Temos hoje através de conhecimentos avançados da física espacial, capacidade de sabermos que moramos num pequeno planeta azulado, e que giramos em torno de um sol amarelo e que temos um satélite natural chamado lua; que por sua vez, gira em torno da terra. Dominamos hoje em dia boa parte da micromatéria, sabemos que tudo é formado por átomos e que tudo está em movimento. Sabemos que a corrente elétrica é a diferença de potencial que desloca elétrons nos orbitais dos átomos. Temos também conhecimentos da física quântica, que por sua vez é o conhecimento da ciência subatômica. Nosso campo de busca não tem limites; temos hoje em dia cismógrafos eletrônicos ultra sensíveis que ao mínimo abalo duma placa tectônica emite sinais em tempo real para diversas bases de pesquisa geográfico planetária. Também temos dominado a mecânica de tal modo que graças a engenharia mecatrônica estamos cada vez mais perto de um mundo plenamente robotizado em diversas áreas econômica. Já se discute a realidade de num futuro brevíssimo máquinas autônomas e inteligentes trabalharem pelo homem com cérebros artificiais a base de neurônios humanos, se desenvolvendo plenamente, com inteligência capaz de criar coisas novas em todo campo do conhecimento. Máquinas e homens vivendo juntos de maneira individual.
Somos por natureza curiosos, queremos conhecer outros planetas. Em 2030 a humanidade irá pela primeira vez enviar à Marte sua primeira nave tripulada, com missão de descobris ou desenvolver meios de tornar esse planeta habitável a espécie humana. A nossa caminhada científica científica ainda é longa e cheia de obstáculos, mas nada é impossível ao homem que sonha e usa sua inteligência para transformar cientificamente, possíveis coisas, que julgava impossível. No campo da medicina; geneticistas, vem traçando um mapa da genética humana e, doenças que até ontem eram incuráveis, hoje, são tratadas e controladas com enorme chance de cura num futuro próximo. É enorme o avanço que a ciência da a cada dia. Através da rede mundial de computadores podemos nos comunicar em tempo real com qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo. Satélites recebem dados e os enviam numa velocidade incrível as torres receptoras que por sua vez os reenviam até nossas casas. Programas altamente desenvolvidos dão vida a desenhos e filmes, com imagens ricas em efeitos especiais. Podemos hoje em dia recriar com extrema realidade, pessoas e paisagens de ficção. Dominamos os oceanos com submarinos nucleares e mesmo nas maiores profundidades onde a pressão é insuportável a nós humanos, nossas máquinas aquáticas já chegam fazendo reconhecimento, levando amostras para análise, desbravando imensidades.
Dominamos os áres com modernas aeronaves capazes de dar uma volta ao redor da terra em quatro horas. Tudo isso já podemos desfrutar com os avanços da ciência e da tecnologia. Como já foi dito, o ser humano é por natureza curioso e, nada impede que chegue ainda mais longe, e mais longe, e mais longe. Pois, assim caminha a humanidade!
Autoria: Júlio Dalvorine
domingo, 14 de fevereiro de 2021
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
Bom dia pessoal! Vamos a mais um lindo poema?:
NAS ASAS DO AMOR
O amor veio como uma pomba branca sobre minha vida
e eu não o compreendi;
deixei de acariciar seu lindo rosto,
e meus poemas não serviram para nada.
Você simplesmente desejava ser amada
e eu perdido na complexidade da vida
achava que poderia esquecer você;
quão grande fora o meu erro sobre as leis do amor.
Apesar de toda sua beleza e majestade
o amor não ensina como agradá-lo,
suas asas o levam mais alto que as nuvens,
e nós, os apaixonados, ficamos todos cegos.
Você não pedia muito, apenas queria ser amada,
me olhava da maneira mais sincera,
mas no meu egoísmo sentia-me dono de você,
não percebia que você também tinha suas próprias asas.
Hoje quando recordo nós dois,
sinto que a eternidade é a morada do amor,
e que por mais que o tempo tenha passado
ainda percebo o chilrear do voo do amor a minha volta.
Nasci poeta é bem verdade,
mas de que me valeu os encantos da poesia,
se toda essa bela arte não fez com que eu me esquecesse de você;
se ao menos tivesse ouvido a verdade nas crateras do meu coração.
Se ao menos tivesse percebido que devemos viver o presente
e que teria sido importante conquistar você todos os dias,
pois o amor se não conquistado vai embora de repente,
e ficamos na miséria humana sofrendo pelo que deixamos de viver.
Autoria: poeta Júlio Dalvorine
terça-feira, 9 de fevereiro de 2021
Poeta Júlio Dalvorine publica mais um de seus poemas no canal MUNDO CULTURAL
CAMINHADA ESPIRITUAL
Corre por mim dentro uma eterna criança,
que vive a brincar com meus sentimentos.
E minhas ânsias são rios partidos,
que se ofendem quando faço o que quero.
Tenho dores nos glóbulos vermelhos do sangue,
e, pelos nervos, qualquer coisa me ofende.
Se me olho no espelho algo me surpreende,
nos bigodes que não tenho desde sempre.
Faço versos como quem faz a própria vida,
e nos sonhos não me encontro em mim mesmo.
A taça derramada por vezes colorida,
é a chuva ácida que despenteia o meu céu adormecido.
União... fogo fátuo... raios e trovões,
tenho medo de errar quando prometo...
Se houvesse temporais e primaveras,
se houvesse quem soubesse todos os segredos.
Abriu-se a arca inviolável dos mistérios,
tropeçou a caminhada sem direção...
Autoria: poeta Júlio Dalvorine
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
Bom dia a todos, sou o poeta Júlio Dalvorine e convido a todos a visitar o meu blog, pois sempre temos novidades legais
ALQUIMIA PESSOAL
Paro numa esquina e procuro a mim mesmo noutros lugares.
Sinto-me sem pensar a mim mesmo,
tenho desejos de desejar nenhum sabor.
De meus olhos caem pontes e torres,
e de meus lábios o silêncio cresce até os céus.
Várias formas retorcidas se dividem em mim,
e sou o último a pisar na esquina das lembranças.
O livro de poemas sorri em meu universo secreto,
feito tempestade que molha a todos só não molha a mim.
Sou o tempo de dizer e de calar qualquer coisa,
se desmontando em fatias ao sul de minha inconsciência.
E todo o meu conhecer é a causa da minha ignorância,
na escada corroída da minha consciência.
Sou parte de tudo e tudo por mim passa,
projetando minha existência para elém de mim,
logo eu que não me conheci antes de mim,
nem alcancei a forma de ser outra pessoa.
Autoria: poeta Júlio Dalvorine
sábado, 6 de fevereiro de 2021
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
Olá galerinha que curte o canal MUNDO CULTURAL. Apresento pra vocês um cara muito inteligente, técnico em eletrônica e grande estudioso da física quãntica. Seu nome é Carlos Henrique da Costa. Leiam o texto:
HOMEM QUÂNTICO
De longe e tão bela, tão cheia de luz e mistério. Mas se entrar nela como numa grande cidade, as coisas se tornam tensas; caóticas. Buracos negros, estrelas de nêutrons. Estrelas nascendo e morrendo. Ali teria a matéria estranha? Que transforma toda matéria em que toca também em matéria estranha. O futuro intervindo no passado e, o passado, o presente e o futuro não existe. Lá, as convenções humanas dos pobres humanos não dizem nada. Lá não se é novo ou velho, é tudo! Criança, jovem, adulto e velho. Lá, se é tudo que quer, e pode se estar aonde se quer. Esse elétron, da luz elétrica, da eletrônica, da televisão, do celular, do computador, do cérebro humano, de cada músculo ou célula sanguínea. A se eu fosse esse elétron? Se nós fossemos esse elétron! E o pior ou o melhor não sei! É que eu sou e nós somos esse elétron!
Esse texto é de autoria do técnico em eletrônica Carlos henrique da Costa.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2021
Olá meus queridos visitantes, sou o poeta Júlio Dalvorine e compus mais este poema:
ENROLA LÍNGUA
Corre no rio que cruza que cria que chama de luar,
corre na rua no fim da falua a direita de lá;
sobe no morro ao pé do caroço a direita de tudo por lá,
o pouco de poucos no cálculo de física ao binômio nuclear.
O feixe desajeitado de palha que come limalha a sobrar,
e ela prossegue alheia ao bom conselho do velho solar,
carrossel da infância nos olhos brilhantes do menino e da menina;
pois a vida é isso, toma lá da cá que o resto todos podem adivinhar.
Bruxa assombrada do conto de fada que não perde o lugar,
um acento, uma rima, um dilema e a fórmula está pronta;
bolinhas de gúdes azuis, verdes rajadas feito nuvens no ar,
e dança na estrada à beira de um castelo de heras para se contar.
Idioma que soma na língua esquisita do verso doido da lá,
era jovem na pequena cidade branca na colina mais longe que há,
e o sorriso do mundo faz tudo só não faz parar de chorar,
e o carro extrapola a hora marcada em cada ato de contar.
Virou-se do avesso o beijo adocicado do mel de arapuá,
que o lenhador do destino fugira seguindo seus sonhos;
terra vermelha que colhe poeira à beira de qualquer lugar,
e o sentido de tudo perdeu-se de teimoso por não saber escutar.
Prendeu-se os bois na canga e o carro partira ao toque do tempo,
sofrimento secreto que se esconde no bolso jeans da calça azul;
tempestade fantasma ao meio dia na encosta medonha da serra,
lembrança guardada na língua da moça mais bonita que há.
Poeminha inocente que de repente autoescreve-se na mesa,
surpresa no golpe dos pés e das mãos no belo salão cor do sol,
de tudo um pouco e o palhaço entristece e logo emudece no grande circo;
panteão de milhares de sorrisos que se perdem aos poucos aqui e acolá.
Autoria: Poeta Júlio Dalvorine





