sexta-feira, 19 de março de 2021

O PRÓXIMO REINO - A História do Amanhã | DOCUMENTÁRIO - Só aqui no canal MUNDO CULTURAL

Saudações galera que curtem o canal MUNDO CULTURAL, sou o poeta Júlio Dalvorine e hoje quero partilhar com vocês o belíssimo poema autoral SAGRADO SER:

 


SAGRADO SER


Que o carro do sol

distribua sempre sua boa claridade sobre nossas almas.

Que a lua seja sempre linda e predisposta

ao verdadeiro amor.


Que o vento bata suas asas sobre nossa liberdade,

e que a saudade que sentimos não seja tão ruim.

E que os jardins ao amanhecer acalente suas lindas flores.


E que o sorriso sincero venha em nosso rosto,

e que a nossa volta, faça-se o canto dos passarinhos.

E quando vier a chuva, que chova de mansinho,

para retirar de nós quem sabe, as dores que sentimos na caminhada da vida.


E que o nosso ser se abra para o nosso templo espiritual,

e que possamos de fato, seguir para a felicidade, de ser e de existir como pessoa;

em toda nossa luminosidade...


Autoria: poeta Júlio Dalvorine

quinta-feira, 11 de março de 2021

Este poema vai mexer com o seu coração!: O poeta Júlio Dalvorine recitando o lindo poema AMANHECER NO JARDIM - Só aqui no canal MUNDO CULTURAL

Bom dia a todos que curtem o canal MUNDO CULTURAL, aqui vai mais um de meus poemas autorais

 


AMANHECER NO JARDIM


Diversas flores no campo,

roseirais por todo o jardim;

minha amada olha que belos jasmins,

bétulas e, primorosas cerejas.


Toda a perfeição da natureza,

colibris, rouxinóis, framboesas;

mais a baixo, graciosas Melissas,

dão forma e movimento ao vento que graceja.


É a hora nona do dia,

o encanto sagrado do amanhecer;

olha amada, que a primavera se inicia,

pincelando com todo cuidado, os férteis canteiros.


O sereno ainda respinga nos galhos,

e o beija-flor azulado vem adocicar o bico;

e borboletas derramam nos ares,

suas esplêndidas cores no infinito.


Olha amada, ali na terra, repousando,

o velho jacarandá e, em sua copa cantam os canarinhos,

da cor do ouro resplandecente;

talvez construindo ninhos, assim como espalham sementes.


Minha amada, por todo esse encanto, essa alegria,

em meio dessas cores renovadas,

receba esse poema que surgiu como um beijo em sua alma;

eternamente jovem, alma de menina.


Autoria: poeta Júlio Dalvorine