Paris é ainda o sítio em que bate mais largamente o coração da humanidade. Assim disse Eça de Queiroz, o genial escritor português. Eu, Júlio Dalvorine, por minha vez digo que o coração da humanidade anda batendo à pancadas de acordo com nossa atualidade do novo século no pescoço da primeira mídia e mais vorazmente na caixa esmagadora da comodidade das lâminas virtuais da aproximidade ilusória e da tecnologia globalizada que enfraquece o espírito e embrutece cada vez mais o coração das pessoas.
(Júlio Dalvorine)
18/12/23