quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Saudações a todos e sejam bem vindos. Vamos a mais um poema?

 


ALGUÉM QUE NÃO SABIA SABER O QUE SE SOUBERA


Eu quero cantar

todas as coisas belas da natureza:

margarida, roseira, magnólia,

avenca, jasmim, amoreira...


Arco-íris, pedras preciosas,

rios que percorrem a terra inteira,

oceanos e mares azuis-turquesa

florestas e cachoeiras.


Montanhas que beiram às nuvens

campinas que de longe seduzem

nascentes que descem pelas pedras

planaltos e titânicas fortalezas.


Colibri, canário, pássaro-preto,

cegonha, jacaré, lagarto e raposa

jiboia, cobra-coral, arvoredo

onça pintada, lobo, lontra e bicho da seda...


Já me perdi e confesso que não consigo

registrar tudo que propus lá em cima no começo,

pois sou poeta de rima e peso

e mesmo com todo meu desejo reconheço,

que quem sabe de tudo é só Deus!


(Autoria: poeta Júlio Dalvorine)

Todos os direitos autorais

País: Brasil

Imagem meramente ilustrativa do Pinterest

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