segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Olá meus queridos e queridas. Vamos a mais um poema?

 



JOVEM CAMPONESA


Como posso fingir que não percebo

Toda graça, delicadeza e jeito

Quando passa por mim cheirando a rosa

Essa linda e formosa camponesa.


Tudo fica mais colorido e o sol

Parece saltar fazendo gracejo

O céu mais azul ao vento sobeja

E as nuvens deslizam em caracol.


Fico à distância, não ouso contato

É bela demais, meu Deus quase santa!

Tenho desejo e a saudade não passa.


Morena faceira quem dera um beijo,

Mas o que fazer se sou vergonhoso

Também desgostoso longe de Márcia.


(Autoria: Júlio Dalvorine)

Todos os direitos autorais reservados

Imagem meramente ilustrativa do Pinterest

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