Espalhar, fomentar e desenvolver a cultura. Seja por meio da poesia, música, show, documentário. Enfim, levar a arte do espírito a todos no mundo inteiro.
domingo, 16 de outubro de 2022
segunda-feira, 10 de outubro de 2022
Saudações de paz meus queridos amigos. Vamos a mais um poema?
DESEJO DE DESEJAR
A fumaça do tempo
embriaga minhas lembranças.
O infinito se derrama para além de mim
bafejando novas galáxias.
Algo me chama, convida-me.
Ousadamente conhece o meu íntimo.
Que mistério pode haver antes de qualquer coisa?
Penso e, pensando me aborreço.
Mas é lindo o surgir das novidades,
tesouros dos sonhos bem guardados.
De minha janela imagino tudo que posso,
e o que não posso também imagino sossegado.
Bela e graciosa liberdade
minha prisão é a vontade.
O desejo de desejar o infinito que não me cabe.
De minha janela sou o único
que não sabe, saber o que se sabe.
De minha janela esquadrinho tudo que minha vista alcança,
e o que não alcanço completo com minha loucura tão sábia.
É a hora, e a hora é de contemplação.
Singular vastidão com rosto de espaço.
Em meus sonhos transcendo em versos
tudo que não conseguem físicos e matemáticos.
E no fim de tudo há uma nova canção
que já é velha para o coração que se mantem fechado.
(Autoria: poeta Júlio Dalvorine)
Imagem meramente ilustrativa do Pinterest
sábado, 8 de outubro de 2022
sexta-feira, 7 de outubro de 2022
Poema: NATUREZA, MÃE DE TODOS-Júlio Dalvorine
Uma joaninha na folha do abacateiro.
O sol surgindo com seu manto dourado por inteiro.
O vento deslizando nos ares das manhãs fagueiras
trazendo para o mundo um aroma gostoso e perfumado.
Os pássaros felizes lustrando às penas.
A floresta colorida pelas flores prazenteiras.
E o córrego cristalino desabando na formosa cachoeira,
umedecendo o solo e refletindo o brilho das areias
às margens dos lagos azulados;
no rebolado engraçado das pequenas ondas de beleza cheias.
(Autoria: Júlio Dalvorine)
Todos os direitos autorais reservados
País: Brasil
Imagem meramente ilustrativa do Pinterest
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
sexta-feira, 23 de setembro de 2022
segunda-feira, 19 de setembro de 2022
Olá meus amigos e amigas saudações de paz e amor para todos. Segue abaixo mais um de meus poemas autorais:(POEMA DAS CORES). Espero que vocês apreciem. Grandrande abraço e vamos ao poema:
POEMA DAS CORES
Cores: azul, vermelho, amarelo, majestade.
Semblantes dos rastros celeste...
Oh, homem primeiro, qual o rumo do teu Oeste?
Verde, cinza, lilás, tempestades.
Criança que dorme o sono derradeiro
por que não se diverte?
O barco aos poucos se derrama
e os seres marinhos espreitam.
Ó fantasma que me assanha, confessa-me quem longe segue!
Preto, rosa, marrom, projeções.
Fosse o mundo uma carroça
qual dos céus abriam os portões?
Tudo e todos, todos e um
nos pincéis da existência
sempre haverá algo que não reluz!
(Autoria: poeta Júlio Dalvorine)
Todos os direitos autorais reservados
País: Brasil
Imagem meramente ilustrativa do Pinterest


