Espalhar, fomentar e desenvolver a cultura. Seja por meio da poesia, música, show, documentário. Enfim, levar a arte do espírito a todos no mundo inteiro.
segunda-feira, 22 de novembro de 2021
sábado, 20 de novembro de 2021
Olá meus queridos e queridas, é com muito carinho e respeito que apresento a vocês mais um poema autoral.
ALEGRES MOMENTOS
Que alegres campos
e que bosques floridos.
Já posso sentir o perfume da flora
e o sabor refrescante da terra comigo.
Sou um homem poeta
que se encanta com os mistérios da floresta antiga,
e sacia sua sede no regato que desliza
pelos segredos do meu ardoroso coração.
Ó já posso ver a linda Citereia
caprichosa em suas madeixas de ouro.
Ó já posso desvendar o meu tesouro,
num jovial emaranhado de versos sinceros.
Ouça lá, já posso ouvir o cantar dos pássaros
e a natureza toda alongando os braços,
cheia de amor acaricia meu abatido rosto de homem velho;
mas tudo valeu e vale a pena se é para elevar a alma
e fazer a todos sonhar nem que seja um pouquinho de coisas belas.
(Autoria: poeta Júlio Dalvorine)
Imagem meramente ilustrativa do Pinterest
quinta-feira, 4 de novembro de 2021
quinta-feira, 28 de outubro de 2021
quarta-feira, 20 de outubro de 2021
Olá pessoal, espero que esteja tudo bem com vocês. Segue a baixo mais um de meus poemas:
Poeta Júlio Dalvorine
EM MEIO A NATUREZA
Na vida simples do campo
há um cheiro de relva fresca e a distância que faz sonhar.
A terra pura debulha-se em baixo dos pés da gente.
Na linha do horizonte um azul quase sumido
engole todo o universo desconhecido e irmão.
Tudo é diferente quando estamos frente a frente com a natureza.
Que perfume bom vem dos frondosos sassafrases.
Há em minha volta milhares de pássaros coloridos
e outras tantas espécies de animais que chego a não conhecer.
Escolho um barranco para me encostar e descansar um pouco
e parece que ouço a voz do vento a me dizer sonoro e rouco,
coisas engraçadas e secretas de outras pessoas, outros mundos.
Não sei explicar direito muito bem o que sinto,
é um encontro de comigo para comigo.
É um voltar a infância e não precisar saber de todas as coisas.
Da vontade de voar, de ser um pouco de tudo que existe.
E lá vou eu à beira da floresta com grotas, palmeiras e mosquitos.
E minha avó sai da cova com seu vestido cheio de velhas lendas.
Mas não é coisa de dar medo,
é mais um gostoso segredo da natureza que me preenche por dentro
e faz com que eu esqueça de mim e me torne um dia inteiro de sol, calmo e feliz.
(Autoria: poeta Júlio Dalvorine)