Espalhar, fomentar e desenvolver a cultura. Seja por meio da poesia, música, show, documentário. Enfim, levar a arte do espírito a todos no mundo inteiro.
quarta-feira, 13 de outubro de 2021
domingo, 10 de outubro de 2021
Fragmento do livro:("O SEXTO SENTIDO" de autoria de Richet 1850-1935
" O mundo real emite vibrações em torno de nós. Algumas são percebidas pelos nossos sentidos; outras, não perceptíveis a nossos sentidos, são apanhadas pelos nossos aparelhos de física; mas há ainda outras, não recebidas pelos nossos sentidos nem pelos nossos aparelhos de física, que agem sobre certas inteligências humanas, revelando-lhes fragmentos da realidade.
Certamente ainda existem outras, que nem nossos sentidos, nem nossos aparelhos de física, nem nenhum sexto sentido são, nem serão, capazes de receber."
quarta-feira, 6 de outubro de 2021
A FLOR DO MEU JARDIM
A FLOR DO MEU JARDIM
Procurei sob o luar dourado
a flor do meu jardim.
Vaguei por montanhas
enfrentei perigos cruéis na alma.
Visitei cavernas assombradas,
tive sonhos e premonições
de que talvez num prado distante e encantado,
eu encontrasse a flor do meu jardim.
Visitei no céu as estrelas
e almocei na casa do sol.
Fiz promessas e chorou meu coração
ao ver que não encontrava a flor do meu jardim.
O mar apagou com suas ondas
os rastros que deixei para trás.
Desesperado procurei pelo mundo inteiro apavorado
a flor do meu jardim.
Até que adormeci na cama dos séculos
e vieram outras estações sobre mim.
Um leve toque apalpou meu rosto e qual não fora minha surpresa ao perceber
que tudo que eu conhecia de beleza, era a flor do meu jardim!
(Autoria: poeta Júlio Dalvorine
Imagem meramente ilustrativa do Pinterest
segunda-feira, 4 de outubro de 2021
quarta-feira, 29 de setembro de 2021
Poema: VATE VETUSTO - Blog MUNDO CULTURAL - Para contribuir com qualquer valor: Conta PIX: @michelle.costa 319 - chave: (35) 9 8721-2264 ou se você preferir conta Caixa: Caixa Econômica Federal - Titular: Júlio Cesar da Costa - agência: 0095 - operação: 023 - conta - DV: 0006982-2 . Desde já muito obrigado!
segunda-feira, 27 de setembro de 2021
Olá, sou o poeta Júlio Dalvorine e este é mais um de meus poemas autorais. Espero que apreciem!
NOVIDADES
Tragam-me o novo, o claro renovado.
O agora é o que tenho a me sorrir e estou satisfeito.
E só de pilhérias abotoo minha casaca.
Tragam-me o novo, rasguem minhas carnes velhas
os chacais turbulentos do desgosto.
Não tenho compromisso com ninguém;
como poderia se sou todo o universo?
e por mim dentro há uma fileira de desgraçados.
E lá no fundo bem que gosto de ser diverso.
Tragam-me o novo, novinho em folha
com suas lâminas afiadas.
Tudo mais é uma cobra mal matada;
um dragão tatuado pelo corpo inteiro.
Quebrem o alfabeto e todos os idiomas.
Façam fogueiras de diplomas.
Derrubem a grande pirâmide sagrada.
Deem boas vindas à todas as tempestades que devastam.
Sejam novos, novinhos na imensidão de suas eiras,
e que morra a velhice de forma gostosa e sossegada.
Tragam-me o novo para que eu renasça,
no corpo redondo de um trágico espelho.
(Autoria: poeta Júlio Dalvorine)

