Espalhar, fomentar e desenvolver a cultura. Seja por meio da poesia, música, show, documentário. Enfim, levar a arte do espírito a todos no mundo inteiro.
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
sexta-feira, 23 de setembro de 2022
segunda-feira, 19 de setembro de 2022
Olá meus amigos e amigas saudações de paz e amor para todos. Segue abaixo mais um de meus poemas autorais:(POEMA DAS CORES). Espero que vocês apreciem. Grandrande abraço e vamos ao poema:
POEMA DAS CORES
Cores: azul, vermelho, amarelo, majestade.
Semblantes dos rastros celeste...
Oh, homem primeiro, qual o rumo do teu Oeste?
Verde, cinza, lilás, tempestades.
Criança que dorme o sono derradeiro
por que não se diverte?
O barco aos poucos se derrama
e os seres marinhos espreitam.
Ó fantasma que me assanha, confessa-me quem longe segue!
Preto, rosa, marrom, projeções.
Fosse o mundo uma carroça
qual dos céus abriam os portões?
Tudo e todos, todos e um
nos pincéis da existência
sempre haverá algo que não reluz!
(Autoria: poeta Júlio Dalvorine)
Todos os direitos autorais reservados
País: Brasil
Imagem meramente ilustrativa do Pinterest
terça-feira, 30 de agosto de 2022
A ARTE DE NÃO SABER O QUE SE SABE- Poema de autoria de Júlio Dalvorine
A ARTE DE NÃO SABER O QUE SE SABE
Toco na face do mundo
rabisco um destino diverso
emolduro galáxias distantes...
Dirá minha consciência, que desconheço
todo e qualquer lugar que não visitei.
E novamente poderei maliciosamente rir
de tudo que não conquistei.
Sabe-se-lá meu amigo, o que seja ser alguma coisa.
Sabe-se-lá meu inimigo qual a causa do meu sorriso indigesto e nervoso.
Meu olhar adora olhar às estrelas
e sou repetição de alguma ação que costura meus beijos ainda não nascidos.
Cometa canhestro de outros paraísos.
O ontem do hoje que nenhum amanhã fluirá.
E vou compor este poema para provar que sou
sol, lua e mar; e que na distância dos polos descansa o abismo do pensar de todas as pessoas.
No mais, tudo que antes era nunca mais será.
Fumaça e vento, temperamento, arte de brincar.
Choveu ouro nas rimas do velho arvoredo a balançar,
e quando faço segredo é porque não o soube revelar.
E tudo descansa quando me esqueço de sonhar e me transformo
em lágrimas quando o vento sopra, vadio e brincalhão, do alto de uma torre que não sabe se acabar,
pois que nunca existiu nem nunca existirá.
A pedra esfolou os pés dos camponeses madrigais
e nenhum tempo haverá que não tenha conserto
se novamente no revirar dos joelhos sebentos
outros tantos desejos sob às plagas que vejo
de outras formas que o ser pequeno, humano e mortal
se pode pensar nas lâminas dos múltiplos
espelhos que sabe não saber haver tempo algum
em nenhum lugar que se não possa chegar sem
antes plenamente se conhecer como algo
sentenciado a ser novo o tempo inteiro.
(Autoria: Júlio Dalvorine)
País: Brasil
Imagem meramente ilustrativa do Pinterest
terça-feira, 23 de agosto de 2022
Olá meus amigos, sou o poeta Júlio Dalvorine e poetei mais este poema autoral pra vocês. Grande abraço a todos!
MÃE NATUREZA
Árvores majestosas na linda floresta
cipós parasitas com flores na testa
cantigas de fadas, bailado de folhas
uivados de lobos no alto da serra.
Animais que se escondem, filhote brincalhão
o sol causa sombra na malha do chão
e as Ninfas delicadas se banhando no riacho
que encanto ver tais Musas de cabelos cacheados.
As árvores falam, conversam umas com as outras
seus troncos robustos são torres e pontes
e as Devas dos ares comandam os ventos
e outros seres sagrados fazem crescer os rebentos.
Magia esplendorosa, suprema natureza
dos contos de fadas saem belas surpresas
e os dias e as noites acontecem sempre e sempre
e quanto mais se aprende, outros saberes vem de repente.
(Autoria: Julio Cesar da Costa-pseudônimo literário: Júlio Dalvorine)
Imagem meramente ilustrativa do Pinterest


